INFRAESTRUTURA

Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) é uma iniciativa arrojada, que integra a estrutura da Universidade há quase duas décadas

 

Primeiro módulo do espaço físico destinado ao Pisac foi inaugurado em 4 de setembro. Foto: Luis Gustavo Prado/Secom UnB

 

Idealizado em 2006, o Parque de Inovação e Sustentabilidade do Ambiente Construído (Pisac) teve o primeiro módulo de sua estrutura física inaugurada pela Universidade de Brasília em setembro de 2025. Centro de pesquisa integrado à UnB, o Pisac existe para desenvolver inovação tecnológica, buscando solucionar problemas de forma sustentável. O espaço físico destinado ao parque está localizado no campus Darcy Ribeiro, Asa Norte. A Praça de Protótipos compreende 3 mil m², segundo o secretário da Infraestrutura (Infra) da UnB, João Barros.

 

Durante o evento de inauguração do edifício-sede, a professora Raquel Blumenschein (FAU), uma das idealizadoras do projeto, relatou o surgimento da ideia do Pisac, em 2005, durante um evento em Stuttgart, na Alemanha. “Pensamos em um centro que trabalhasse para inovação e sustentabilidade da cadeia produtiva da indústria”. Diretor do Pisac, o professor Luiz Pedro de Melo César (FAU) complementou: “Ela sonhou um futuro de inovação e prosperidade para o Brasil, no qual havia um papel de destaque para a UnB”.

 

Até a inauguração do módulo, o Pisac utilizava integralmente o espaço físico do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico (CDT/UnB). “Sabemos que é uma história que vai se construindo pouco a pouco, como a de todos os grandes projetos da Universidade e que se materializa neste espaço. Eu tenho certeza que vai ser locus de grandes produções, de ampliação das parcerias já existentes, de inovação sustentável que contribui para o desenvolvimento científico, tecnológico e social do país”, disse a reitora da UnB, Rozana Naves.

 

O Pisac faz parte do Parque Científico e Tecnológico (PCTec) da UnB e nasceu de parceria entre o Building Research Establishment, do Reino Unido, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UnB), a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), a Faculdade de Ciência e Tecnologias em Engenharia (FCTE) e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

 

O vice-reitor da Universidade, Márcio Muniz, destacou a importância do parque tecnológico em tempos de inteligência artificial. “Imagina essa praça nos trazendo soluções para a questão energética, que é fundamental, buscando construções que sejam mais eficientes do ponto de vista energético e de água”, provocou. Com esse primeiro passo, é questão de tempo para a imaginação se tornar realidade.

 

*Estagiária de Jornalismo na Secom/UnB

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