UnB EM AÇÃO

Brasil na casa de 4,7 milhões de infectados pelo novo coronavírus e Semana Universitária em modo 100% remoto são os destaques

Boletim atualiza informações sobre a pandemia de covid-19. Imagem: Reprodução

 

A 20ª edição do Boletim Coes, produzido pelo Comitê Gestor do Plano de Contingência da Covid-19 (Coes) da UnB, atualiza os dados referentes à pandemia de covid-19 no Brasil e no exterior.

 

>> Confira íntegra da 20ª edição do Boletim Coes

 

ADAPTAÇÕES – Aconteceu na última semana a 20ª Semana Universitária da Universidade de Brasília (Semuni). Com o uso da tecnologia, o Decanato de Extensão (DEX) foi capaz de promover atividades simultâneas, todas on-line, pela primeira vez nos vinte anos de evento. Foram usados vários recursos da internet, como o Sigaa - gerenciamento das inscrições; o StreamYard - salas individuais das atividades síncronas; a UnBTV e canais do DEX no YouTube - apresentações síncronas e assíncronas. Palestras e webinários seguem disponíveis para acesso em quatro canais no YouTube: Extensão UnBUnBTVSemana UnB Sala 01 e Semana UnB Sala 02.

Semana universitária teve sua primeira edição totalmente remota. Imagem: Reprodução

 

COVID-19 NO BRASIL – Os dados mais recentes apontam que, no Brasil, 4.732.309 pessoas já foram infectadas pela covid-19. Lamentavelmente, 141.741 brasileiros perderam a batalha contra o vírus. Mais de 4 milhões de pessoas se recuperaram. Nos últimos 14 dias, foram registrados 404.691 casos e 10.324 óbitos.

 

Em relação ao Distrito Federal (DF), especificamente, são mais de 3.100 vítimas. Recentemente, o DF ultrapassou o Rio de Janeiro como unidade da federação com mais mortes a cada 100 mil habitantes: são 103,8 óbitos de brasilienses contra 103,1 óbitos de cariocas.

 

Em razão da relevância do dado, o Boletim desta semana apresentou imagens do Rio de Janeiro e de países europeus, para propor reflexão sobre o comportamento das pessoas e o aumento do número de casos.

 

Tais números reforçam que, apesar da estabilização no número de casos e de mortes no país, a pandemia de covid-19 ainda não acabou e, aparentemente, está longe de terminar. O afrouxamento constante das medidas de isolamento social são um caso específico de preocupação, já que ainda não há um cenário seguro para tal.

 

COVID-19 NO MUNDO – Em 29 de setembro, o mundo atingiu a terrível marca de 1 milhão de mortos por covid-19. Estados Unidos e Brasil lideram o ranking de óbitos (somados, correspondem a 34% dos mortos em todo o mundo). Para efeito de comparação, a pandemia de covid-19 já matou mais que eventos históricos como a Guerra Civil Síria (2011-) e a Guerra do Paraguai (1864-1870).

 

Os estadunidenses seguem liderando em número de casos e óbitos: o país terá eleição para presidente em breve, e o manejo da pandemia certamente será um fator a ser considerado. No restante do continente, México, Colômbia, Peru e Argentina já registram entre 700 a 800 mil casos positivos de covid-19, inspirando cuidados.

 

O continente europeu está prestes a sofrer com uma segunda onda de infecções: França e Espanha são os países que mais preocupam; os franceses suspenderam as aulas novamente devido ao aumento no número de casos. O Reino Unido também vem registrando novos recordes de casos diários, forçando novas medidas de restrições. A Itália, primeiro epicentro da pandemia na Europa, é outro país com aumento na incidência de infectados, principalmente na região norte.

 

Na Ásia, a Índia vem apresentando um avanço alarmante na disseminação da doença em todo o país, ultrapassando o Brasil em incidência de casos nos últimos dias: são mais de 6 milhões de casos e quase 100 mil mortes. Israel também apresentou aumento exponencial no número de casos, o que forçou a implantação de um novo lockdown. A China, por sua vez, aparenta não sofrer com uma transmissão comunitária, assim como o Japão.

 

Na Oceania, a doença segue sob controle aparente, assim como na África. A exceção, no caso do continente africano, é Marrocos, onde as autoridades locais seguem com as medidas de distanciamento social para conter a contaminação.

 

 *Dados sobre a pandemia atualizados depois do fechamento da 20º edição do Boletim Coes

 

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