CINEMA

Obras do cineasta britânico estarão em exibição e debate na UnB, a partir de segunda-feira (20)

Mostra Adrian Cowell exibirá filmes no Memorial Darcy Ribeiro e pela plataforma Amazônia Flix. Arte: Divulgação


O Núcleo de Estudos Amazônicos (Neaz) da Universidade de Brasília realiza, entre os dias 20 e 24 de junho, a Mostra Adrian Cowell de Cinema Socioambiental. O objetivo da mostra é estimular o debate público sobre a Amazônia em um momento bastante crítico, com o aumento da violência e da degradação ambiental na região. A mostra recobre cinco décadas da obra do cineasta britânico Adrian Cowell.

 

Durante a semana, serão realizadas seis sessões de longas e curtas-metragens, que incluem a exibição de filmes emblemáticos de Cowell, como Na trilha dos Uru-Eu-Wau-Wau, Financiando o desastre, Nas cinzas da floresta, além de produções de outros cineastas influenciados por ele. Após a exibição dos filmes, mesas-redondas reunirão lideranças indígenas e de movimentos sociais, cientistas, parlamentares, cineastas e representantes de entidades socioambientais.

 

>> Conheça aqui a programação completa da mostra

 

A mostra, em formato híbrido – presencial e remoto –, será realizada no Memorial Darcy Ribeiro, o Beijódromo, com transmissões no canal do Neaz no YouTube. Os filmes que compõem a programação estarão disponíveis, no período, na plataforma Amazônia Flix.

 

O Neaz realiza o evento com a colaboração do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás, da Casa Oswaldo Cruz e do Instituto Oca do Sol.

 

ADRIAN COWELL – Ao longo de cinco décadas, Adrian Cowell (1934-2011) dedicou-se à produção audiovisual sobre a Amazônia, os desafios e a importância social e ecológica desta região para o mundo.

 

Seus filmes destacam a enorme biodiversidade da floresta e o seu papel para o equilíbrio do sistema climático global, a importância dos povos indígenas e outras comunidades tradicionais para a conservação e uso sustentável da floresta, os conflitos provocados por modelos insustentáveis e predatórios de desenvolvimento.

 

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